[conjunto vazio]

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O Golpe!

In artefatos, performance on maio 5, 2016 at 14:51

 

O Golpe - Coletivo [conjunto vazio]

As revoluções fracassaram.

É necessário admitir que o inimigo não tem cessado de vencer, que a teoria não irá nos redimir e muito menos a arte sublimará os fantasmas que ainda restam.

Nossas brincadeiras nunca serão uma ameaça e não há nada mais para se alcançar agora, nem mesmo o fracasso…

O que fazer?

Trabalhadores de todo mundo, voltem para casa!

(o teatro está fechado)

 

Realização: coletivo [conjunto vazio]

Belo Horizonte

2016

 

 

“Não é minha revolução se eu não puder colocar no Lattes!”

In artefatos on julho 12, 2011 at 16:03

Emma Goldman, importante anarquista e feminista, em meio a Revolução Russa ao ser repreendida em uma festa por dançar alegremente teria dito: “Se não posso dançar não é minha revolução“. Tal frase contem  o cerne do que ansiamos em nossas lutas, nunca esquecendo da liberdade pessoal, auto-expressão e longe de qualquer martírio revolucionário.

 Mas eis que em um mundo feito de editais, concursos e bolsas já não é mais possível sustentar as lutas apenas pelo prazer, pela diversão e por nossas crenças em uma vida melhor. Mais do que agir se tornou necessário provar que se esteve lá, que participou e de preferência com certificados e fotos.

Então nós do [conjunto vazio] propomos  que aconteça uma mudança na frase de Emma Goldman, já que ela não se mostra condizente com o atual cinismo de nossas lutas, devendo ser substituída por:  “Não é minha revolução se eu não puder colocar no Lattes!”.

Este trabalho de web art dá continuidade às “pesquisas” do coletivo [conjunto vazio] em masturbação teórica,  charlatanismo crítico e plágio.

Emma Goldman

(clique na imagem)


 

Em um mundo realmente invertido
o verdadeiro é uma página no lattes

Esperando Godot

In artefatos on julho 5, 2011 at 23:33

Esperando Godot é o primeiro trabalho de web arte do coletivo [conjunto vazio] (obviamente) inspirado na peça de Samuel Beckett.

A obra dá continuidade às “pesquisas”  do coletivo em sua busca por novos tipos de charlatanismo crítico da cultura espetacular, novas formas de plágio e confronto com o espectador/usuário.

Vladimir: Então, devemos partir?

Estragon: Sim, vamos.

Eles não se movem.

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(clique na imagem e faça o download para acessar)